Macintosh completou 35 anos de lançamento

Era 24 de janeiro de 1984 quando Steve Jobs apresentou uma novidade ao mundo durante a reunião anual de acionistas da Apple. Era o Macintosh, um computador que chegou dizendo “olá” e conversando com o público e é, sem dúvida, um dos grandes lançamentos da história da empresa.

Ali, a Apple fazia história ao apresentar uma máquina construída totalmente em torno da interface gráfica, o que foi também, em parte, um problema: a necessidade de readaptar programas feitos apenas em linha de comando desanimou muitos programadores, que simplesmente deixaram de lançar softwares para o computador.

O Macintosh original era um caixote com um monitor CRT embutido e vinha acompanhado de teclado e mouse. Ele tinha uma CPU Motorola 68000 de 7,8 MHz, 128 KB de memória RAM e a única forma de armazenamento era a entrada para um disquete de 3,5 polegadas com capacidade máxima de 400 KB.

Tudo isso pesava cerca de 7,5 kg e era vendido por US$ 2,5 mil, quantia que, corrigida para valores atuais, equivale a US$ 6 mil (cerca de R$ 23 mil).

computador anunciado pela Apple no ano de 1984 marcou época não apenas por alguns recursos inovadores, mas também por protagonizar um dos comerciais mais famosos da história. Aproveitando o ano, a empresa contratou ninguém menos que o laureado cineasta Ridley Scott para dirigir um vídeo comercial que fazia referência à “1984”, obra-prima do autor britânico George Orwell.

O comercial foi exibido durante o intervalo do Super Bowl, a grande final do futebol americano nos Estados Unidos, e é lembrado por muitos até hoje.

AirPower

O jornal Digitimes publicou que o carregador sem fio da Apple, entrou em processo de fabricação. De acordo com fontes do site, o esperado AirPower vai mesmo ser anunciado em algum momento de 2019.

A notícia não é tão precisa, já que outras fontes já haviam previsto o lançamento do AirPower para o primeiro trimestre deste ano, e o Digitimes não indicou data aproximada.

Óbvio que, ele tendo entrado em produção por estes dias, seria possível anunciá-lo até o final de março. Entretanto, o mais provável é que ele pegue carona num suposto evento que a Apple deve realizar entre março e junho, e que será dedicado a apresentar versões mais básicas do iPad, além do retorno de uma versão mini.

Se for mesmo confirmado, a Apple ainda teria a possibilidade de lançar uma versão atualizada dos AirPods, com suporte a carregamento sem fio, aumentando o apelo em relação aos dois produtos.

Apple RED arrecada 220 milhões em doações

apple

A Apple arrecadou a quantia de US$ 200 milhões em doações que serão empregados na prevenção contra o vírus HIV e tratamento e combate à AIDS, através de uma parceria entre várias empresas que resultou na organização e marca (PRODUCT)RED.

A (RED) nasceu em 2006 e já arrecadou US$ 600 milhões, sendo a Apple sua principal doadora. Na página de notícias em português da Apple consta uma reportagem de 2017 falando sobre seus esforços e sucessos obtidos através do programa.

No ano 2000, 9,3 por cento dos adultos no Quênia eram portadores do vírus HIV. Em 2017, após as ações realizadas a partir dos incentivos da Global Fund, esse número caiu para 4,8 por cento.

Além dos produtos que, regularmente, já recebem a marca (PRODUCT)RED, a Apple ampliou suas doações através da campanha do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, que aconteceu do dia 1º a 7 de dezembro, onde US$ 1 de cada venda feita através de sua loja, seja pelo app ou pelo site, será recolhido e doado à (RED).

Airpods chegam ao mercado em 2019

Tudo indica que os fones de ouvido sem fio da Maçã, chegará em 2019. De acordo com Ming-Chi Kuo, a segunda geração desse produto chegara ao mercado já no começo do ano. Outra previsão do analista é de que, em 2020, a empresa lançaria uma terceira geração dos AirPods com design completamente refeito.

É interessante destacar, contudo, que Kuo e um bocado de outros analistas e vazadores de informações já previram errado o lançamento dos AirPods 2 em várias ocasiões. Dessa forma, mesmo se tratando de uma fonte confiável, é interessante considerar esse prazo com um pouco de ceticismo.

A segunda geração desses fones ainda é um completo mistério. Por enquanto não há qualquer indicação mais plausível sobre quais novidades o aparelho teria. Contudo, a própria Apple já revelou que lançaria uma caixinha carregadora para os fones que fosse compatível com carregamento da bateria sem fio. Dessa maneira, podemos imaginar que a empresa inclua isso no novo produto.

A dimensão dos rumores ainda fala sobre uma conectividade Bluetooth melhorada e até em cancelamento de ruído ativo (CRA). A inclusão desse último recurso, contudo, muito provavelmente implicaria em uma mudança no design para abrigar novos componentes e para isolar o som externo nas orelhas dos usuários.

Siri funcionará sem acesso a internet

Pelo que tudo indica, a Apple quer uma Siri realmente offline, com direito a todas as funções que ela executa atualmente, mas sem a necessidade de acessar a internet para conseguir isso. Só ficariam de fora, os comandos que exigem informações disponíveis apenas na rede.

O Google fez algo parecido no sistema Android, onde os comandos de voz funcionam, mas de forma bem limitada. Você pode baixar um idioma específico para a memória do aparelho, o que possibilita fazer algumas coisas como criar lembretes, ativar o cronômetro ou alterar configurações do dispositivo. No caso da Siri, só é possível usar comandos offline para pausar, avançar ou pular músicas.

Câmera do iPhone XS Max

 

A tela OLED de 6,5 polegadas do iPhone XS Max é considerada a melhor já testada em um smartphone, enquanto o processador A12 Bionic anda batendo recordes de desempenho. E a câmera? Como de costume, o DxOMark já tratou de avaliar as fotografias capturadas pelo lançamento da Apple: com 105 pontos, ele bateu o Galaxy Note 9, mas ainda não superou o Huawei P20 Pro na metodologia do laboratório.

A câmera traseira principal do iPhone XS Max é composta por um sensor de 12 megapixels com tamanho físico maior que o do iPhone X, continuando com a lente de seis elementos com abertura f/1,8. A secundária permanece com um sensor menor e uma teleobjetiva de f/2,4. A Apple também refinou o processamento, com um HDR mais inteligente.

E por que o iPhone XS Max não ganhou a disputa? De acordo com o DxOMark, há uma perda de detalhes e um nível de ruído maior no modo de zoom em comparação com o Huawei P20 Pro. Além disso, o ruído com baixa iluminação é mais alto que em outros smartphones premium, e as fotos tiradas com o flash quádruplo tendem a ficar mais escuras do que deveriam.

Quanto à gravação de vídeo, o iPhone XS Max atingiu uma pontuação de 96 pontos, “graças a um desempenho excepcional em condições de alta iluminação”. O foco automático é rápido e preciso, a estabilização de imagem funciona bem, e o nível de detalhes é alto. Ele não foi melhor porque, com baixa iluminação, há algumas inconsistências no balanço de branco e redução no nível de detalhes.

O ranking atual de câmeras de smartphones do DxOMark é liderado pelo Huawei P20 Pro (109 pontos), seguido por iPhone XS Max (105 pontos).

Eles chegaram!

A Apple anunciou, no dia 12 de setembro, o lançamento do iPhone XS, iPhone XS Max e iPhone XR, sua linha de smartphones para 2018.

O preço no Brasil ainda não foi revelado e o iPhone 9, que foi muito especulado como um sucessor do iPhone 8, aparentemente acabou sendo deixado de lado pela fabricante.

Os principais destaques dos novos modelos ficam por conta da tela com bordas mínimas (presentes em todos os smartphones lançados hoje) e pelo processador A12 Bionic que vai proporcionar um desempenho nunca visto antes.

O iPhone XS, o iPhone XS Max e o iPhone XR chegam com o iOS 12, sistema operacional da Maçã que também estará disponível para os usuários de iPhone 5S em diante.

O sucessor do iPhone X mantém a tela OLED de 5,8 polegadas com notch e bordas mínimas. O display tem o formato mais alongado, como no modelo anterior, e tem resolução 2436 x 1125 pixels. Apesar da tela maior, o corpo é menor se comparado ao do iPhone 8 Plus, lançado em 2017 com display de 5,5 polegadas.

Com a maior tela já vista em smartphones da Apple, o iPhone XS Max é uma versão maior do iPhone XS. O display tem resolução 2688 x 1242 pixels, e deve oferecer uma experiência incrível para usuários que desejam reproduzir vídeos ou executar games no celular.

O melhor é que a Apple conseguiu inserir um display gigante em uma carcaça do mesmo tamanho do iPhone 8 Plus. Uma boa notícia para quem não gosta de celulares muito grandes, por ter mãos pequenas ou preferir a digitação com só uma das mãos.

Pense num modelo híbrido entre iPhone 8 e iPhone X. Esse é o iPhone XR, que tem tela de 6,1 polegadas com bordas mínimas. A tecnologia usada é a LCD, diferentemente dos modelos anteriores que são construídos com display OLED (conhecido por consumir menos energia e ter cores mais vivas).

O iPhone XR continua com a certificação IP67 da geração anterior, sendo menos resistente à água e poeira do que os iPhones XS e XS Max.

Esse modelo não tem câmera dupla. Na traseira, há um sensor de 12 MP (f/1.8) e na frontal são 7 MP (f/2.2). Ambas são compatíveis com o Modo Retrato e com os recursos de controle de profundidade.

 

Previsão para chegada no Brasil, em 01 de outubro de 2018.

Dia 12 de setembro!

Já estão preparados para o dia 12?

Enquanto as novidades da marca não foram divulgadas oficialmente, uma imagem do novo iPhone XS circula pela internet. O aparelho deverá ter dois tamanhos de tela um de 5,8 polegadas, o mesmo tamanho do iPhone X, e um outro com 6,5 polegadas, que seria a maior versão já lançada.

Com base na foto veiculada na internet, tudo indica que o iPhone XS será vendido na cor dourada, que é uma opção inexiste para o último modelo lançado no ano passado.

O mesmo site também publicou imagens do Apple Watch Series 4 que deve ser apresentado no mesmo evento. O novo relógio deve ter um design com bordas menores para valorizar o tamanho do display.

Assim como no ano passado, o local escolhido para anunciar os lançamentos foi o Steve Jobs Theater, no campus de Cupertino, na Califórnia. O evento deverá ser transmitido online pelo site oficial.

Parabéns iMac!

O dia 15 de agosto de 1998, entrou para a história pelo lançamento do primeiro iMac, o desktop da Apple que chamou atenção devido ao seu design moderno e colorido. O iMac G3 foi desenhado pelo chefe de design da Apple, Jony Ive, e usava plástico transparente, deixando seu hardware interno à vista dos usuários. Outra particularidade que deu destaque para o aparelho é o fato da CPU e o monitor serem uma peça só, algo ainda pouco comum naquela época.

O preço de lançamento do iMac G3 era de US$ 1.299 e ele vinha com um processador PowerPC 750 G3 de 233 – 700 Mhz, 128 GB de armazenamento interno, tela de 15 polegadas, drive de CD-ROM e placa de vídeo ATI – tudo isso muito moderno para a época.

As cores disponíveis tinham nomes exóticos que ajudavam muito: Bondi Blue, Blueberry, Grape, Graphite, Indigo, Lime, Sage, Strawberry, Ruby, Snow, Tangerine, Blue Dalmatian e Flower Power. As 13 opções estão em exposição no Museu Henry Ford, em Dearborn, Michigan, Estados Unidos.

O lançamento do iMac foi de grande importância para a Apple, que havia recebido Steve Jobs de volta há menos de um ano e ainda lutava para se recolocar no mercado. No ano de 1999, a empresa havia triplicado a receita em seu primeiro trimestre com as vendas de fim de ano de seu desktop colorido.

De lá até hoje, o iMac mudou muito tanto em design quanto em especificações, mas continua um sucesso.

Novos modelos de iPhone

Andam circulando rumores de que a Apple lançará novamente três modelos do iPhone em 2018, sendo dois deles com tela OLED (os sucessores do iPhone X) e um terceiro mais em conta, com tela LCD (o possível iPhone 9). E, ao que tudo indica, o modelo mais simples terá produção duas vezes maior do que a de seus irmãos mais poderosos.

O analista Jun Zhang, da Rosenblatt Securities, define que a Apple dará um enfoque muito maior na produção sucessor do iPhone 8. A ideia, é que a companhia incentive os usuários a realizar o upgrade de geração, um apelo que fica mais fácil ao oferecer um aparelho mais em conta (isso em relação ao iPhone XI e iPhone XI Plus, obviamente).

Incialmente Zhang acreditava que a Apple produziria 60 milhões de unidades do modelo de LCD, com outras 50 milhões de unidades dos modelos OLED. Agora, dada a projeção de que a Apple apostará forte no iPhone 9, ele refez as suas previsões e aposta em 75 a 80 milhões de unidades do aparelho com tela LCD contra “apenas” 30 a 33 milhões de sucessores diretos do iPhone X.

As informações mais recentes dão conta que a Apple incrementou o número de pedidos de telas OLED da Samsung ao passo em que o fornecimento de telas LCD por parte da Japan Display e da LG reduziu. Vale notar que essa diminuição acontece graças a problemas enfrentados por ambas as companhias na hora de embutir a câmera True Depth no painel frontal do iPhone.

Ou seja, esse conjunto de informações, por vezes desencontradas, apenas aumenta a expectativa sobre os novos iPhones. Contudo, todos os mistérios devem ser solucionados apenas em setembro, quando provavelmente a Apple apresentará a nova geração dos seus smartphones.